Detalhar som Classificação Científica
Nome Científico
Thinocorus rumicivorusEschscholtz, 1829Nome em Inglês
Least Seedsnipe
Agachadeira-mirim
Nome Científico
Seu nome científico significa: do (grego) thinos = areia, praia, deserto; e do (latim) corys, com origem no (grego) korudos = cotovia; e do (latim) rumex, rumicis = alazão, castanho; e vorus = devorar, comer. ⇒ Cotovia castanha devoradora de areia da praia .
Características
Tem em média 18 cm. Machos com região lateral da garganta até peito formados por uma mancha em banda enegrecida, lembrando o desenho de uma “ancora”. Na femea, além de faltar o cinza na cabeça, nuca e lateral da face a mancha é menos pronunciada e mais estreita.
Nos jovens, falta o desenho de “ancora” na garganta.
Podem caminhar rapidamente no solo. Apresentam curtas pernas amarelas. Podem ficar agachados. Em voo lembram a narceja.
agachadeira-mirim adulto
agachadeira-mirim fêmea
agachadeira-mirim jovem
Subespécies
Possui quatro subespécies:
Thinocorus rumicivorus rumicivorus (Eschscholtz, 1829) - ocorre da Patagônia até a Terra do Fogo; no inverno atinge a região central da Argentina e do Chile, Uruguai;
Thinocorus rumicivorus cuneicauda (Peale, 1848) - ocorre do litoral árido do Peru até o Noroeste do Chile, na região de Taparacá;
Thinocorus rumicivorus pallidus (Salvadori & Festa, 1910) - ocorre no litoral árido do Sudoeste do Equador e no extremo Noroeste do Peru;
Thinocorus rumicivorus bolivianus (Lowe, 1921) - ocorre no Altiplano do Sul do Peru, na região de Puno até o Norte do Chile, no Sul da região de Atacama, no Oeste da Bolívia e no extremo Noroeste da Argentina, na região de Jujuy.
(Clements checklist, 2014).
Alimentação
Hábitos alimentares…
agachadeira-mirim se alimentando
Reprodução
Hábitos
Bando de agachadeira-mirim
Vivem em pares ou pequenos grupos familiares. É encontrado principalmente em planicies vastas e abertas, com capim baixo em abundancia, terras cultivadas, montanhas e dunas. Costumam ser mais numerosos no inverno.
Distribuição Geográfica
Sua distribuição ocorre desde o sul do Equador, costa oeste do Peru, Bolívia e quase toda Argentina e Chile. Na região nordeste da Argentina, bem como no Uruguai é menos comum. O primeiro registro confirmado da espécie para o Brasil ocorreu em Ubatuba, São Paulo, em 21 de abril de 2012 (Castro et al. 2012).

Ocorrências registradas no WikiAves
Referências
Birds os South America. Non passerines: Rheas to Woodpeckers. Francisco Erize, Jorge R. Rodriguez Mata e Maurice Rumboll. Princeton, 2006.
Castro, F., J. Castro, A.R. Ferreira, M.A. Crozariol & A.C. Lees (2012) A first documented Brazilian record of Least Seedsnipe Thinocorus rumicivorus Eschscholtz, 1829 (Thinocoridae). Revista Brasileira de Ornitologia 20(4): 455-457.
Consulta bibliográfica sobre as subespécies:
CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2014.
ITIS - Integrated Taxonomic Information System (2015); Smithsonian Institution; Washington, DC.
-
del Hoyo, J.; et al., (2014). Handbook of the Birds of the World Alive. Lynx Edicions, Barcelona.
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